Ventos do mundo podem garantir energia limpa até 2030, diz estudo

Turbinas em toda a superfície criariam 16 vezes mais energia que necessário. Maior potencial eólico está sobre os oceanos, segundo cientistas.
urbinas nos oceanos poderiam otimizar ganho de energia eólica, dizem cientistas (Foto: Jan Oelker/Repower/Divulgação)

urbinas nos oceanos poderiam otimizar ganho de energia eólica, dizem cientistas (Foto: Jan Oelker/Repower/Divulgação)

Um estudo da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, afirma que as fontes de vento disponíveis no planeta são muito maiores do que as necessárias para suprir a demanda por energia de um modo limpo e econômico no mundo até 2030.

A maior parte do potencial eólico necessário está sobre os oceanos, afirmam os cientistas. Para determinar o potencial máximo de vento do planeta, eles criaram um modelo atmosférico em 3D, levando em conta o uso de turbinas de vento para extração da energia do ar circulante.

Os pesquisadores dizem que há um limite para a quantidade de energia que pode ser extraída da atmosfera. Eles calcularam qual seria o potencial eólico a 100 metros acima do nível do solo, altura média do eixo das turbinas de vento.

Pelo estudo, publicado no periódico “Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America”, os ventos do planeta podem produzir mais de 250 terawatts se forem instaladas turbinas em toda a superfície do globo a 100 metros do solo.

O número equivale a mais de 16 vezes a energia consumida pela população do planeta em 2008. Já a 10 quilômetros acima do nível do chão, altura em que os ventos adquirem velocidade muito maior, a produção energética pode chegar a 380 terawatts. Em 2008, o consumo de energia em todo o planeta foi de aproximadamente 15 terawatts, segundo reportagem da revista “The Economist”.

Se for considerada apenas a superfície do planeta que é coberta por rochas e solo (sem levar em conta mares, rios e oceanos), e se forem instaladas turbinas também no litoral, a produção chegaria a 80 terawatts, segundo os pesquisadores.

 Ponto de saturação

Autores do estudo, os cientistas Mark Jacobson e Cristina Archer chegaram à conclusão que há um ponto de saturação para o número de turbinas usadas para extrair energia eólica. Segundo eles, no ponto de saturação nenhuma turbina consegue extrair mais de 59,3% da energia cinética do vento para transformá-la em elétrica.

Os cientistas calcularam que 4 milhões de turbinas operando a 100 metros do solo e produzindo 5 megawatts cada uma poderiam suprir uma demanda de 7,5 terawatts – mais da metade do que é consumido hoje em termos de energia elétrica no mundo.

Criar “fazendas de vento” em locais geograficamente escolhidos, com um número fixo de turbinas, pode aumentar a produtividade da energia eólica, diz a pesquisa. Os cientistas sugerem também aproveitar a colocação de turbinas nos oceanos e regiões marítimas para otimizar os ganhos com este tipo de energia.

Fonte: G1

Estudantes pernambucanos levam projeto de energia limpa ao Paraguai

Três alunos da rede pública representam o estado em uma feira, Projeto se baseia na fotossíntese das plantas e já foi destaque em SP.

estudantesTrês jovens do Recife, que concluíram o ensino médio na Escola Estadual Martins Júnior, no bairro da Torre, na Zona Oeste, viajam no domingo (5) para o Paraguai. Eles vão representar Pernambuco numa exposição internacional de ciência, apresentando um projeto inspirado na natureza, que foi desenvolvido no laboratório de química da escola e já ganhou outros reconhecimentos em nível nacional.

Foi no Espaço Ciência, em Olinda, que os três conquistaram o primeiro lugar do prêmio “Ciência Jovem Espaço Ciência”, na categoria desenvolvimento tecnológico. Na ocasião, escolas públicas e particulares estavam na disputa, mas o projeto dos alunos da professora Joselma Maria da Silva se destacou. “Foram muitas teses, muitas leituras, muito tudo. Muitos testes, e fizemos de novo, com dias em que nada deu certo, dias em que tudo deu certo. Foram três anos nessa história”, contou Eduarda Luiza de Vasconcelos, uma das estudantes.

Baseado na fotossíntese das plantas, que transforma a luz do sol em energia, o projeto também usa a força solar, só que para produzir eletricidade. A ideia é parecida com as placas fotovoltaicas, que podem ser vistas em alguns pontos, no teto das casas, na produção de energia solar. As placas, entretanto, são de “silício”, um material muito caro, que poderia ser substituído por outro mais barato.

Para alcançar esse resultado no futuro, os alunos trabalham com fotocélulas – uma espécie de pilha que funciona quando exposta à luz. “Nós fizemos o vidro com substrato e, nele, adicionamos massa química, a partir da alizarina, que serve para tingir roupas, occitano e grafite. Imita o processo de fotossíntese na natureza, que dá açúcar às plantas. Mas aqui é energia elétrica.”, contou Caio Felipe de Araújo.

Com o trabalho, os alunos vão representar Pernambuco, ao lado de estudantes de outros estados, na Exposição de Ciência da América Latina, na cidade de Assunção, capital do Paraguai. O encontro vai durar uma semana, e os pernambucanos já embarcam neste domingo. “Não busco premiações, busco fazer amizades, mostrar o projeto, conscientizar as pessoas também”, falou o estudante Humberto Antônio Silva.

Em março deste ano, o projeto de Eduarda, Caio e Humberto e da professora Joselma foi destaque, em São Paulo, na Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, realizada na Universidade de São Paulo (USP). O trabalho chamou tanta atenção que a universidade doou materiais para a escola onde eles estudaram.

O três estudaram na mesma escola de Alcides Nascimento que, em 2007, foi primeiro lugar na rede pública no vestibular da UFPE, passando no curso de biomedicina.  Alcides, que era filho de uma catadora de lixo, foi assassinado a tiros, na porta de casa, no dia 5 de fevereiro de 2010. Para a professora Joselma, o trabalho desenvolvido por alunos e por professores e colaboradores são exemplos que devem ser seguidos e uma mostra de que a escola pública tem muito do que se orgulhar.

“Quando faltam recursos, aumenta a criatividade das pessoas que trabalham. Dentro da escola pública, vai ter sempre alunos que querem e que não querem. Vários Alcides existem, basta descobrir; ou melhor, redescobri-los. A maioria entra sem acreditar em si mesmos. É um trabalho de ganho, conquista, de autoestima, de eles perceberam que podem fazer acontecer”, comemorou a professora Joselma.

Fonte: G1

Tianjin Eco-City: China quer construir a maior cidade autossustentável do mundo!

 

A revolução no estilo de cidades autossustentáveis

Tianjin Eco City - imagem 1Tianjin Eco-City é um projeto colaborativo entre o governo chinês e o de Singapura que irá abrigar cerca de 350 mil pessoas. Considerado o maior do seu tipo, os planos para esta cidade verde surgiram devido ao amplo processo de urbanização que a China está passando — metade da população chinesa já reside nas cidades.

Com uma quantia de habitantes na casa dos bilhões, o governo chinês precisa estar atento às necessidades básicas dos cidadãos — que estão, a cada ano, saindo da parte rural e indo para os grandes centros. Moradia, água, comida, emprego e infraestrutura são os itens básicos e podem ser ainda melhor oferecidos se estiverem igualmente enquadrados no termo “sustentabilidade”.

Assim, surgiu a ideia de criar uma área urbana sustentável — ou “ecocidade”. Tianjin Eco-City se destaca das demais “ecocidades” já existentes pelo seu projeto ser ambicioso e gigantesco: ela terá praticamente a metade do tamanho de Manhattan (cerca de 30 Km²). Toda a sua estrutura fornecerá um baixo teor de carbono, muito verde e um estilo de vida mais saudável aos seus habitantes.

Master plan

Tianjin Eco City - imagem 2Com previsão de ser concluída em 2020, Tianjin Eco-City está estrategicamente localizada próxima a Pequim e a apenas 10 minutos de distância dos parques empresariais na Área de Desenvolvimento Econômico de Tianjin.

Para se tornar um exemplo marcante de “ecocidade”, este projeto chinês quis revolucionar até mesmo a escolha do local de construção. Para isso, ele está sendo desenvolvido em um terreno industrial que servia de depósito de resíduos tóxicos e onde há um dos mares mais poluídos do mundo.

Tianjin Eco City - imagem 3Segundo os desenvolvedores do projeto, tal decisão foi tomada com base na realidade de outras “ecocidades”. Até agora, a maioria era comumente construída em áreas ecologicamente importantes ou em terras férteis. Já a Tianjin Eco-City veio com um objetivo admirável: o de mostrar que é possível limpar e recuperar uma área poluída, tornando-a útil e agradável.

O projeto demorou três anos apenas para limpar a área. Durante o processo, foi necessário o desenvolvimento de uma tecnologia recém-patenteada que removeu os metais pesados de um reservatório que, daqui a algum tempo, se tornará um lago “saudável”.

Estrutura

Tianjin Eco City - imagem 4Focando no quesito “habitabilidade”, a Tianjin Eco-City terá parques e espaços verdes ao redor das suas estruturas, além de canaviais que também foram criados para atrair pássaros e auxiliar no processo de limpeza da água.

Os prédios estarão dentro das normas do “Green Building Evaluation”, uma referência única que os times de Singapura e da China desenvolveram especialmente para a cidade. Além disso, muitas construções estarão envoltas por coberturas que permitirão o uso da energia solar para que haja um equilíbrio térmico nos ambientes.

Para aperfeiçoar o funcionamento estrutural da cidade, um sistema coletivo de gestão de resíduos e reciclagem será introduzido e integrado ao processo de incineração, produzindo assim energia e minimizando a pressão sobre aterros.

Distribuição de água

O abastecimento de água é um dos principais destaques no projeto. Tianjin Eco-City estará localizada em uma área naturalmente árida e contará com um sistema que vai permitir aos moradores beber o líquido diretamente de suas torneiras.

Além disso, os lagos e os canos foram ornados em argila ou em concreto para prevenir que a água salgada penetre. O projeto vai ainda mais além e há planos para a criação de uma usina que realize a dessalinização da água.

A água de esgoto também será tratada para fornecer uma fonte suplementar, e um grande esforço está sendo feito para que a Tianjin Eco-City conte com um sistema de conservação de água, além da reciclagem do líquido para a irrigação e a reutilização em sanitários.

Vida saudável aos habitantes

Tianjin Eco City - imagem 5Neste ano, 60 famílias já estão habitando alguns dos edifícios da Tianjin Eco-City. Apesar de ainda faltar cerca de oito anos até o final das construções, os prédios que já abrigam moradores foram projetados para obterem um mínimo de padrão verde, com recursos que são considerados raros na China. Entre eles está a economia de água sanitária, janelas de vidro duplo e uma estrutura com orientação voltada ao sul, visando aperfeiçoar a temperatura interna.

Quanto ao transporte, os responsáveis pelo projeto afirmam que os carros não serão banidos. No caso, eles não pretendem criar obstáculos para as pessoas, apenas incentivá-las a utilizar transportes de baixo carbono ou mesmo a caminharem mais.

Para isso, todos os locais da cidade foram programados para serem “andáveis”, tanto a pé como de bicicleta, interligando e dando acesso a todas as áreas de uma maneira fácil. Além disso, instalações de recreação livres serão oferecidas a cada 500 metros de caminhada saindo de lugar da cidade.

Tianjin Eco City - imagem 6Os criadores da Tianjin Eco-City ainda pretendem fazer com que a cidade seja acessível a diferentes tipos de classe, afirmando que ser verde não é um luxo, mas uma necessidade. Por isso, um quinto das habitações será subsidiado para trabalhadores de baixa-renda.

Se tudo der certo até 2020, os responsáveis pela maior “ecocidade” autossustentável do mundo esperam que Tianjin Eco-City se torne um modelo para futuros esforços de urbanização, tanto na China como no restante do mundo.

Fonte: Tecmundo

Sete inventos futuristas que prometem uma revolução na TI

O Futuro é agora

O Futuro é agora

Eles ainda estão em fase de pesquisa por cientistas espalhados pelo mundo como é o caso da bateria em spray, o serviço de resgate via Wi-Fi e um algoritmo para combate a cibertaques corporativos.
A indústria de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) tem a inovação em seu DNA, seja com desenvolvimento interno ou apostas disruptivas de laboratórios independentes e universidades. Como resultado disso, muitas tecnologias futuristas estão sendo criadas pelos gênios desse setor em diversos centros de pesquisas espalhados pelo mundo.
Algumas dessas tecnologias ainda estão protótipos em laboratórios e com grande chance de se tornarem produtos comerciais num futuro não muito distante. A seguir você confere sete dessas inovações.

1- Tradutor de idiomas Duolingo

Desenvolvido pelo professor Luis von Ahn, guatemalteco, e seu aluno de graduação, Severin Hacker, da universidade Carnegie Mellon, o Duolingo é um serviço online grátis que permite que as pessoas aprendam simultaneamente novos idiomas e traduzam textos de outros sites. O Duolingo é uma versão evoluída do tradicional Google Translator, mas com capacidades mais avançadas que prometem romper as barreiras idiomáticas entre os povos do planeta.

2- Resgate via Wi-Fi

Pesquisadores alemães da Universidade Técnica de Damstadt criaram uma forma de fazer com que os roteadores domésticos Wi-Fi se tornem redes de backup para serem utilizadas pela polícia, bombeiros e outros serviços de emergência quando a telefonia tradicional estiver fora do ar. Os inventores deste sistema garantem que a atual proliferação de roteadores e a densidade são suficientes para criar uma rede mesh extensa o suficiente para atender serviços de emergência. A única questão é saber se os cidadãos vão aceitar o acesso de seus roteadores particulares pelas autoridades devido aos problemas de segurança.

3-Combate ao ciberataque

Os engenheiros da Universidade de Tulsa querem diminuir a velocidade de acesso e o tráfego de entrada em um sistema específico para ajudar administradores de rede a combater ataques cibernéticos. Segundo esses pesquisadores, a redução de tráfego permite detectar malware e criar um algoritmo de defesa contra ataques às redes corporativas em alta velocidade.

4-Defesa de segurança

Especialistas da Universidade de Washington criaram um jogo de cartas chamado Control-Alt-Hack, projetado para explicar facilmente os conceitos básicos de segurança para os estudantes de Ciência da Computação. O jogo, apoiado em parte pela Intel e pela National Science Foundation dos Estados Unidos, foi lançado oficialmente na conferência de segurança Black Hat, realizada recentemente em Las Vegas. O Control-Alt-Hack é um jogo de tabuleiro para três a seis jogadores que trabalham para uma empresa chamada Hackers Inc. Os jogadores enfrentam diversos desafios de segurança, como hackear o sistema de pagamento de um mini-bar do hotel ou um implante médico via Wi-Fi .
O jogo é recomendado para pessoas com mais de 14 anos e não requer nenhum conhecimento prévio de computadores, mas grandes doses de humor e vontade de aprender.

5- Software com menos falha

Um grupo de pesquisadores da Universidade de San Francisco foi surpreendido com o número de vezes que cada u deles falhou no desenvolvimento de software, elevando os custos inicial de projetos. Por isso o grupo decidiu criar uma técnica para treinar engenheiros de software para que possam trabalhar juntos de uma forma mais eficiente. A pesquisa, que também envolveu pesquisadores da Universidade Florida Atlantic University e da Universidade de Fulda, na Alemanha, está realizando um experimento com alunos para criação de um modelo de software que prevê quando uma equipe está fadada ao fracasso. Eles conseguem fazer essas previsões com base nas relações e interações sociais entre os participantes da equipe de desenvolvimento.

6- 4G já é passado

A Universidade de Arkansas está envolvida em um projeto ambicioso para o desenvolvimento de sistemas de comunicação sem fio de baixíssimo consumo de energia. A nova tecnologia pode coletar e enviar dados via sensores remotos, com pouca distorção para longas distâncias. Esses sistemas tolerantes vão permitir que as baterias e outros componentes durem mais tempo e consumam menos energia em diversas aplicações. Podem ser úteis para o monitoramento de animais e para as redes de comunicação em túneis ou em ambientes fechados e difíceis de captarem sinais.

7-Baterias em spray

Hoje todos sofrem com as baterias em laptops e celulares. Mas não se preocupe: este tipo de infortúnio pode entrar para a história graças a um protótipo desenhado pela Rice University, em Houston: um spray bateria. A bateria recarregável é similar as lítio usadas hoje na maioria dos dispositivos móveis. A diferença é que o protótipo pode ser aplicado em todas as camadas de superfície, com um spray convencional, dispensando o uso de carregadores.

Segurança da informação é frágil no Brasil, diz Ipea.

Segurança da InformaçãoPesquisadores do instituto lançaram livro mostrando que o mercado brasileiro é um dos mais vulneráveis.
O Brasil está entre os países mais vulneráveis do mundo quando se trata de segurança da informação. A produção científica brasileira na área é baixa e, por isso, o País é considerado “seguidor”, por lançar novas tecnologias muito tempo depois dos outros países.
Estas constatações estão no livro Tecnologias da Informação e Comunicação: Competição, Políticas e Tendências, lançado ontem (30/08) por pesquisadores e colaboradores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Do ponto de vista das políticas públicas, o técnico do Ipea Luis Claudio Kubota, um dos organizadores da obra, disse que o País precisa ficar atento, pois o mercado de tecnologia da informação é extremamente globalizado e dominado tanto por operadoras quanto por fornecedores de equipamentos estrangeiros.
Outra questão diz respeito à convergência digital, que é uma realidade cada vez maior e une as telecomunicações e a tecnologia da informação, com dispositivos móveis, como os smartphones e os contéudos.
De certa forma, as agência regulatórias não estão muito adaptadas para este novo mundo. Estão muito focadas, cada uma na sua caixinha. Por isso, existe, hoje, por exemplo, a necessidade da Anatel [Agência Nacional de Telecomunicações] se articular com a Ancine [Agência Nacional de Cinema], disse Kubota.
Para o pesquisador, embora tenha melhorado muito no aspecto de participação em órgãos de padronização e de patentes e no volume de produções científicas, o Brasil inicia seu desenvolvimento científico em uma base muito pequena. A participação do país em produção científica é muito pequena, se comparada com a de outros países. Além disso o mercado é seguidor, porque lança as tecnologias com muitos anos de atraso.
Segundo Kubota, são fatores que acabam dificultando a chegada do País á fronteira do conhecimento e da competitividade. Ele e os demais autores do livro lembram que qualquer mudança neste comportamento será de longo prazo e não pode escapar da educação.

Hitachi Data Systems busca crescimento com virtualização de storage

Hitachi Data Systems

Hitachi Data Systems

Companhia acredita ainda que lei que regulamenta documentos digitais no País pode ampliar busca por soluções de armazenamento.
Há quatro anos consecutivos, a subsidiária brasileira da Hitachi Data Systems, provedora de tecnologias e serviços, tem registrado crescimento dos negócios na casa dos dois dígitos. Os bons números levaram a empresa a ampliar o time em solo nacional em 30% e a incrementar em 35% os parceiros com o objetivo de fortalecer a presença no mercado. Recentemente, a companhia avançou na estratégia e contratou Marcelo Sales como novo diretor de vendas da America Latina.
Uma das apostas da empresa para crescer é a virtualização de storage. A indústria aborda bastante a virtualização de servidores para reduzir o custo total de propriedade. Nós fomos além e apostamos na virtualização de storage, diz Airton Pinto, diretor-geral da Hitachi Data Systems no Brasil. Uma das estratégias da companhia para o setor são as alianças, como a firmada com a VMware.
De acordo com Airton, o salto de Big Data, grande quantidade de dados, estruturados e não estruturados, nas organizações vai impulsionar o uso de virtualização de storage. O executivo observa que alguns segmentos estão demandando mais soluções para armazenamento de dados, como finanças e telecomunicações.
Com a lei que regulamenta documentos digitais que entrou em vigor no Brasil e garante a validade jurídica dos documentos digitalizados e distribuídos pelos meios eletrônico, a expectativa da empresa é que a procura por armazenamento cresça ainda mais. “A lei pode impulsionar nossas soluções que ajudam a garantir integridade de documentos por um longo período”, diz Sales. Ele, no entanto, diz que é cedo para realizar projeções numéricas sobre o salto esperado.
Sales aponta que a virtualização, o fenômeno do Big Data, e a guarda de dados têm alavançado ainda as soluções de arquivamento de conteúdo. Esse tipo de tecnologia garante a integridade e o acesso rápido aos dados”, explica. Ele acrescenta que diante da massa de informações, gerenciá-las e entendê-las de forma estratégica possibilita diferencial competitivo. Salvar informações em fitas não é uma opção viável. Nossas soluções de arquivamento estão preparadas para manter as informações vivas no decorrer do tempo, acompanhando a evolução tecnológica, assinala.
Como exemplo de utilização da tecnologia, Airton cita uma empresa de call center, que pode mapear ligações, gerenciar informações das gravações e usar os dados para criar produtos ou oferecê-los a um grupo de consumidores. Quando aplicada aos negócios o poder é enorme e pode facilitar as operações, indica.

Hitachi Data Systems agora suporta o Windows Server 2012

Windows Server 2012

Windows Server 2012

Neste mês, a Microsoft anunciou o seu primeiro servidor Windows Cloud OS lançamento com a introdução do Windows Server 2012, e HDS está animado para fazer parte da próxima geração de soluções Microsoft esta versão permite.HDS tem uma reputação na indústria de TI para a liderança na missão crítica arquiteturas com serviço da empresa e apoio, e estamos estendendo nossa experiência para trazer as melhores soluções possíveis para a plataforma Windows Server.
Temos colaborado com a Microsoft desde o início de 2010 e ter arquitetado os nossos produtos de ser otimizado para o Windows Server 2012 recursos. Nós também acreditamos que o Windows Server 2012 estabelece a base para soluções Hitachi criados no Microsoft Privada arquitetura faixa nuvem rápida que combinam Hitachi computação e armazenamento com padrão da indústria de infra-estrutura de rede e gerenciamento do System Center 2012 com SP1. Isto é interessante porque o Windows Server 2012 escalas de até 64 nós e pode suportar milhares de máquinas virtuais usando Hitachi infra-estrutura-como- um-serviço (IaaS) e Plataforma-como-um-serviço (PaaS) ofertas.
Clientes a confiança de infra-estrutura HDS porque ele é projetado para os ambientes mais exigentes, e estamos prontos para enfrentar o desafio. HDS servidores e armazenamento são o Windows Logo Listadas e Certificado para o Windows Server 2012 noWindows Server Catalog . Na verdade, a HDS tem mais produtos de armazenamento listados para o Windows Server 2012 do que qualquer outra empresa. Para ver os nossos anúncios no site Catálogo do Windows Server, clique em ” Certificado para o Windows Server 2012 “para uma lista completa de Hitachi produtos certificados. Pesquisa sobre os seguintes produtos HDS: – Hitachi de armazenamento unificado – Hitachi Virtual Storage Platform – Hitachi Universal Storage Platform – Hitachi Compute Blade 500 – Hitachi Compute Blade 2000 Para mais informações sobre a Hitachi soluções para a Microsoft, procura a PAX TECNOLOGIA.

F5 Networks registra lucro líquido de US$ 68,6 milhões

F5 Networks

F5 Networks

Faturamento foi de 339,6 milhões de dólares, 5,3% acima dos 322,4 milhões de dólares do trimestre anterior.
O lucro líquido da F5 Networks, especializada em gerenciamento de tráfego na web, foi de 68,6 milhões de dólares no segundo trimestre fiscal da empresa, que inclui o período entre os dias 1º de fevereiro e 31 de abril de 2012. No trimestre anterior, a companhia registrou 66,5 milhões de dólares.
A empresa faturou 339,6 milhões de dólares, 5,3% acima dos 322,4 milhões de dólares do trimestre anterior e 22,4% a mais do que os 277,6 milhões de dólares do segundo trimestre fiscal de 2011.
De acordo com André Mello, diretor-geral da F5 Networks Brasil, a contínua demanda por plataformas Viprion, a tecnologia “vCMP” (Virtual Clustered Multiprocessing) e a variedade de módulos do carro-chefe da F5, a solução BIG- IP, contribuíram para os ganhos no trimestre, especialmente no lucro líquido, que salta 18% ano após ano.

Ciberataques direcionados crescem 392% no primeiro semestre de 2012

Segundo relatório, ataques baseados em e-mail saltaram 56% no período.

Segundo relatório, ataques baseados em e-mail saltaram 56% no período.

No primeiro semestre do ano as atividades maliciosas baseadas na web cresceram 392% em comparação com igual período de 2011. Segundo dados do Relatório de Ameaças Avançadas 1H 2012, da FireEye, especializada em eliminar ciberataques, no período foram identificadas 643 infecções bem-sucedidas por semana.

Esse número inclui, diz o relatório, ameaças baseadas em arquivos enviados pela web. Elas podem ser executáveis ou conter explorações a vulnerabilidades visadas em aplicativos. Seus downloads são realizados diretamente pelos usuários, por meio de uma exploração ou por links em e-mails.

Os pesquisadores da FireEye observaram ainda um crescimento de 56% em ataques baseados em e-mail no segundo trimestre de 2012 contra o primeiro trimestre de 2012.

Os padrões de ataque variam substancialmente por indústria, indica o estudo. Entre as verticais que mais são alvos de ataques estão assistência médica, serviços financeiros e tecnologia. Porém, uma constante permanece: indústrias com propriedade intelectual significativa ou dados de consumidores ou financeiros são os principais alvos do aumento dos ataques.

“O resultado desse relatório torna claro que defesas reativas baseadas em assinatura não podem evitar que o malware penetre na corporação”, afirma Ashar Aziz, fundador e CEO da FireEye. “Os criminosos permanecem um passo à frente das defesas tradicionais, portanto as empresas devem repensar suas arquiteturas de segurança de TI”, aconselha.

O Relatório de Ameaças Avançadas é baseado em dados do FireEye Malware Protection Cloud, um serviço conduzido por milhares de aplicações da FireEye, bem como inteligência direta de malware descoberta por seu time de pesquisa.

F5 Networks aprimora solução de DNS

F5 Networks

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A F5 Networks anuncia a oferta de serviços dinâmicos para ajudar organizações a responder a consultas de DNS (Domain Name System – Sistema de Nomes de Domínios) e solicitações de aplicativos, consolidar a infraestrutura e oferecer proteção end-to-end para seus sistemas de DNS. De acordo com André Mello, country manager da F5 Networks no Brasil, esta suíte de serviços permitirá aos clientes da empresa, a partir de agora, reduzir a latência de resposta interna e de rede em até 80%, escalar seus sistemas perfeitamente em até 10 vezes, conforme o crescimento da demanda e oferecer segurança avançada de DNS para ambientes físicos, virtuais e em nuvem. Os serviços estão disponíveis na versão 11.2 do software BIG-IP. “Com a crescente complexidade dos aplicativos online, o volume de consultas totais de DNS vem duplicando nos últimos cinco anos e um site moderno, por exemplo, pode requerer mais de 100 resoluções de nome de DNS para processar a página inteira. Esse aumento de solicitações tem bloqueado a disponibilidade dos aplicativos para os usuários”, explica. Segundo o executivo, equipes de TI das empresas têm tentado resolver estes problemas de desempenho e escalonamento de DNS por meio da adição de novos servidores, terceirização de funções de DNS ou da implantação de uma variedade de produtos em suas infraestruturas internas. “Entretanto, todas essas abordagens têm se mostrado dispendiosas e ineficazes”, destaca. As soluções da F5 BIG-IP®,, em que estão inseridos estes novos serviços de DNS dinâmicos, são posicionadas de maneira ideal para gerenciar e distribuir solicitações de DNS e aplicativos de forma inteligente com base em políticas de negócios, demandas de acesso e condições de rede, o que proporciona uma experiência otimizada e confiável para os usuários, bem como para a equipe de TI. Com este anúncio, a F5 está apresentando novos recursos, incluindo geração de cache e resolução de DNS, validação de DNSSEC (Domain Name Systems Security Extensions – extensão segura para DNS), monitoramento e outros aprimoramentos de desempenho — com base em soluções anunciadas anteriormente para Provedores de serviços de comunicação e assinatura de DNSSEC. “Conforme os aplicativos e as infraestruturas de DNS se tornam mais complexos para atender a questões de segurança e desempenho, as organizações consideram impossível escalar e gerenciar seus sistemas com eficiência. Com a suíte de serviços DNS, os clientes passam a desfrutar de uma solução global completa de distribuição de DNS e aplicativos com a inteligência para aumentar a segurança, o desempenho e a disponibilidade de seus serviços de DNS essenciais”, afirma. Os serviços de DNS dinâmicos da F5 permitem aos clientes são: • Otimizar, escalar e controlar infraestruturas de DNS facilmente O produto BIG-IP Global Traffic Manager da F5™ escala os recursos de DNS perfeitamente em até 10 vezes como um servidor de DNS dominante, aumentando radicalmente as taxas de resposta de consulta para tempo máximo de atividade. Além disso, a tecnologia iRules® de DNS da F5 proporciona controle personalizável às organizações sobre a maneira de lidar com solicitações de DNS específicas, dando aos clientes a capacidade de se concentrar em suas necessidades mais críticas. • Fornecer proteção end-to-end para sistemas de DNS essenciais Somente as soluções da F5 oferecem proteção abrangente para DNS e aplicativos com segurança incorporada para lidar com volumes extremamente altos de solicitações de DNS — até 10 vezes mais do que sem a F5 — e sistemas de escudo contra ameaças como ataques DDoS. Os clientes desfrutam da solução completa de DNSSEC, incluindo assinatura de DNSSEC em tempo real para respostas de servidor dominante e validação de cliente de DNSSEC de alto desempenho para proteção end-to-end. • Proporcionar uma experiência de usuário aprimorada e confiável A F5 possibilita uma navegação mais rápida na Web por meio da redução dos efeitos de latência em até 80% com funções de geração de cache DNS e resolução — ajudando visitantes internos e na rede a encontrar rapidamente o que procuram, resultando em uma experiência mais integral para usuários e administradores. Com a eficiência adicional que as soluções da F5 oferecem, as equipes de TI podem reduzir significativamente o número de servidores de DNS necessários para suportar seus sistemas, consolidar implantações e reduzir custos. E, graças à facilidade de implantação dos serviços de DNS da F5 com o BIG-IP Global Traffic Manager, é possível combiná-los com outros produtos de BIG-IP para melhorar ainda mais a segurança e o desempenho dos aplicativos.